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sexta-feira, 1 de julho de 2011

A torrada de pão colonial da Casa de Cucas




Em nosso final de semana em Bento, saímos cedinho de Porto Alegre e seguimos felizes a caminho do Vale dos Vinhedos. O estômago de toda a família já estava roncando quando fizemos um pit stop pela estrada afora para um clássico café da manhã na Casa de Cucas.
As "culpadas" por esta parada foram a Aline e a Libriane (queridas dindas!) que fizeram uma propaganda enorme da torrada de pão caseiro.  
Elas falaram que a tal torrada (ou misto quente para quem não é gaúcho) da Casa de Cucas era tão boa ou melhor que a do Maquiné de Osório. Vamos ao teste da torrada de pão caseiro com presunto e queijo... humm
Nossa, é uma comparação difícil. Resultado final: amamos as duas da mesma forma, a do Maquiné e a da Casa de Cucas são nota MIL. Aproveitei a onda colonial e já pedi um café completo para uma pessoa. O menu do café: café com leite, suco, fruta, queijo e salame colonial, nata, geleia e... 
...uma cuca fresquinha (quitute típico da colônia alemã – um mix de pão e bolo com farofa doce).
Tudo ótimo, mas matadora mesmo foi torrada. A Catarina também pediu um bolo de cenoura. O Matias foi de leitinho com Nescau. 
O resultado de tanto exagero foi levar no carro uma vianda para os lanchinhos da tarde.
Enquanto o Mojo pagava a conta, dei uma volta com as crianças pelas especialidades da casa. 
Por lá, encontramos até utensílios de cozinha típicos gaúchos. 
E, é claro, o pão colonial e as cucas de vários sabores.
A conta do café da manhã (com sobras para o lanche da tarde) foi de R$ 26. Começamos bem a viagem para Bento.
CASA DE CUCAS MAURER
Rod. RS 240, 1401 km 7  - RS
Fone: (51) 3562 3093

segunda-feira, 28 de março de 2011

Dodô no Morro da Borússia: uma vista linda da gastronomia local


A Taina é mãe da Gabriela. Além de minha amiga e colega de profissão, ela divide comigo a paixão por comer bem, passear e descobrir cantinhos gostosos. Quando ela colocou a foto desse local no Facebook eu amei: tem joguinhos, boa comida e uma vista linda do Mirante. Só que a vista vai ficar por conta e imaginação, pois ela não registrou (tinha outras coisa mais interessantes para fotografar, ora bolas). Ainda bem que ela resolveu contar tudo para gente aqui no Destemperadinhos. Fala aí, Taina!
Subindo o Morro da Borússia, na cidade de Osório – caminho para as praias gaúchas - , o destino mais provável seria o Restaurante À Lenha, que é mais conhecido e fica junto ao mirante. Mas, era segunda-feira e o À Lenha estava fechado. A opção foi seguir a única placa que apareceu, e confiar no guardinha do mirante que garantiu que o Restaurante Dodô era bacana.
Pois bem. O Dodô é uma mistura de mercadinho e restaurante / boteco. Durante a semana só servem lanches, e no fim de semana tem almoço com comida caseira. Vou ter que voltar pra provar. O tal Dodô ainda vive, mas parece que quem toca o negócio é o filho e a esposa. A Sra. Dodô também apareceu pra dar um alô e desconfio que ela administre a cozinha. O lugar é daqueles que vão se montando com a cara do dono, com as referências e gostos do proprietário, uma coisinha aqui, outra ali, e vai dando certo. Tem uma mistura muito esquisita de cartazes de cinema de filmes de gosto duvidoso com alguns LPs bem antigos. 
Percebe-se que eles têm especial apreço pela década de 70. Na vitrola, tocava Simon & Garfunkel e outros que eu não lembrava ou não ouvia desde a minha infância. 
Enquanto não vem a comida, a gente se diverte olhando os objetos antigos, que vão desde uma televisão com cara de Jetsons...
 até um bodoque ou uma coleção de bolinhas de gude. 
Outra opção, para aguardar a chegada dos pratos, é escolher um dos joguinhos que estão espalhados pelas mesas e lembrar como se distraiam as crianças de anos atrás. Tem pega-varetas, jogo de damas, xadrez, tiro ao alvo, entre outros. 
Depois de tudo, vem a melhor parte. Já falei que fica no Morro da Borússia, né? Pois isso significa que quase tudo leva linguiça ou salame. Eu fui de linguiça calabresa frita na panela de ferro coberta de mussarela, acompanhada de farofinha e pão colonial, que chega quentinho. Vem tanto pão que aceitei a oferta de levar o que sobrou. 
A Gabriela, minha filha, escolheu o não menos calórico torradão: pão colonial, salamito, mussarela, tomate, alface e OVO! 
Tudo muito nutricionalmente incorreto, mas quem se importa? Não subi o morro pra comer alface. O preço? Foi baratinho, 39 pilas pelo torradão, a linguicinha que serve 2 pessoas, suco e 2 refris.
RESTAURANTE DODÔ 
Estrada da Borússia, 371 Osório, RS 
Fone: (51) 36632905 
Mais informações sobre o Morro da Borússia aqui ou aqui.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Pela estrada afora, a torrada clássica do Maquiné

Quando se viaja de carro, ter um lugar limpinho e gostoso para esticar as pernas no meio da estrada é tudo, e com crianças a bordo, nem se fala. Quem viaja pela RS 101 em direção ao litoral gaúcho ou, no nosso caso, pela BR 101 (agora na versão duplicada e 100% melhor),...
...pode fazer a sua paradinha estratégica no Doces Maquiné. Já é meio um clássico das nossas estradas.
Lembro que por volta dos meus 12 anos, durante viagens para a praia, minha família costumava parar numa vendinha em Osório/RS que só tinha refrigerante, linguiças e queijos coloniais. Mais tarde, essa vendinha se transformou no “Império” Maquiné: lojas e filiais gigantes com diversos produtos caseiros,... 
...muitas mesas, um grande balcão  e lanches deliciosos.
Para mim, foi uma novidade conhecer o Maquiné da BR 101. Das mesas é possível observar uma vista linda do campo e da serra do Mar.
O banheiro é um capricho só. E as mamis têm um fraldário novinho para cuidar dos filhotes e amamentar. Ah, se todos as lancherias de beira de estrada fossem assim...
Vale a pena dar uma voltinha e conferir os produtos. 
Normalmente, gosto de levar um pão de aipim, goiabada ou geléia de goiaba e um feijão.
Depois de quase uma hora parada na BR 101, voltando para POA no dia 3 de janeiro, tive a visão do paraíso quando a minha torrada (ou misto quente, dependendo da região do Brasil) de pão caseiro chegou à mesa. TU-DO de bom! A torrada é gigante, por isso, dividi a minha com a Catarina.
O Mojo pegou pesado logo no café da manhã e pediu um café preto com um pastel de carne. Além da torrada, todos os pastéis do Maquiné são deliciosos: queijo, carne ou frango. Tudo fresquinho e nada gordurento.
 O Matias foi na sua infalível mamadeira (o atendente esquentou a água) e numa minúscula e gostosa nega maluca!
Pela estrada afora, nosso café da manhã, incluindo o pão de aipim que levamos para casa, custou R$ 30. Voltamos felizes para Porto Alegre e prontos para novas aventuras. Putz, não levamos nada para a vovozinha!

DOCES MAQUINÉ
BR 101, no 6364 – Km 91,5
Osório/RS
Fone: (51) 8182 6555